sábado, 19 de março de 2011

Curso Logística do Petróleo

O curso Logística do Petróleo, ministrado pelo Analista de Planejamento da OGX Waimea Field Development na Wellstream International, Bruno Cypreste, busca aprofundar conhecimentos no estudo da logística, passando por conceitos fundamentais e relatando os principais gargalos e oportunidades da logística onshore & offshore no Brasil.
Data: 25/03/2011 - 09:00 - 18:00
Cidade: Rio de Janeiro
Local: Centro de Treinamento Nicomex Notícias – Rua Mayrink Veiga, 6 – 6ºandar – Centro – RJ
Instrutor: Bruno Cypreste
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EUA autorizam Petrobras a operar plataforma no Golfo

O Escritório de Administração, Regulamentação e Supervisão de Energia Oceânica dos Estados Unidos (Boemre) aprovou pela primeira vez o uso de um navio para produção, armazenagem e desembarque de petróleo no Golfo do México. O projeto aprovado é da Petrobras. Segundo comunicado do Boemre, a Petrobras America, subsidiária da empresa brasileira nos EUA, já pode começar a usar uma plataforma flutuante de produção, armazenagem e desembarque (equipamento conhecido pela sigla em inglês FPSO) para produzir petróleo e gás no campo de águas profundas Chinook-Cascade, situado a 265 km da costa da Louisiana.

Essa plataforma deverá ter a capacidade de produzir 80 mil barris de petróleo por dia e 16 milhões de pés cúbicos de gás natural por dia. Diferentemente da maioria das plataformas de produção offshore, que extraem o petróleo ou gás e o enviam para instalações em terra por meio de um duto, as FPSOs transferem o petróleo ou gás extraído para pequenos navios-tanques. Isso permite que a empresa operadora mova sua plataforma de exploração em busca de locais mais proveitosos ou para longe em caso de ameaça de tempestade.

A Petrobras controla 100% do campo de Cascade e 66,67% do campo de Chinook, do qual a francesa Total controla os demais 33,33%. A FPSO a ser usada nesse projeto pertence à BW Offshore, da Noruega. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Estadão.

IV Feira de RSE Bacia de Campos será de 17 a 19 de maio em Macaé

Com o tema “Gestão para a Sustentabilidade”, a Revista Visão Socioambiental e parceiros realizam em Macaé, de 17 a 19 de maio, das 14h às 21h, a IV Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos (feirarsebaciadecampos.com.br). Atraindo cerca de oito mil visitantes na terceira edição do evento, em maio de 2010, este ano a Feira acontecerá na Cidade Universitária, em frente ao Shopping Plaza Macaé e nas imediações do Pólo Offshore, que abriga cerca de 90% das empresas nacionais e estrangeiras que operam no litoral fluminense.

De acordo com o diretor responsável da Revista Visão Socioambiental, Martinho Santafé, o evento tem como proposta a disseminação de uma nova cultura que inclua a ética no centro das relações e incorpore práticas de Sustentabilidade na gestão dos negócios, com lideranças conscientes e capacitadas.

A IV Feira de RSE Bacia de Campos vai divulgar conceitos e ações de Responsabilidade Social e Sustentabilidade nos municípios da área de influência da Bacia de Campos - maior produtora de petróleo e gás natural do país -, contando com a participação de empresas, ONGs, gestores públicos, universidades, empreendedores sociais e instituições de classe, entre outros.

Entre as atrações da IV Feira de RSE Bacia de Campos, destacam-se: fórum de palestras e painéis sobre temas atuais, oficinas de reciclagem, workshop de RSE, exibição de filmes e vídeos sobre sustentabilidade e meio ambiente, apresentações culturais de ONG´s e shows com artistas consagrados e talentos da região, oficinas do conhecimento com universidades e empresas feira de artesanato regional com materiais reciclados.

A entrada é inteiramente gratuita, inclusive para o Fórum, bastando o interessado se credenciar pela internet ou no local. As 10 primeiras ONG´s inscritas recebem gratuitamente um stand básico para expor seus projetos e/ou produtos ecoeficientes.

No último dia, às 18 horas, acontecerá a entrega do Prêmio de Responsabilidade Socioambiental Bacia de Campos (premiorsabaciadecampos.com.br) às empresas, ONGs, universidades e núcleos de pesquisa e empreendedores sociais concorrentes. A cerimônia será no auditório da Cidade Universitária.

Palestrantes confirmados

Samyra Crespo – “Sustentabilidade aqui e agora: mudar hábitos e atitudes no cotidiano”. A palestrante é secretária de Articulação Institucional e Cidadania do ministério do Meio Ambiente, doutora em História Social pela USP, pesquisadora titular do Ministério de Ciência e Tecnologia e diretora do Programa de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Instituto de Estudos da Religião. Publicou, entre outras obras, “O que o brasileiro pensa do meio ambiente e desenvolvimento sustentável”, e atua como conselheira de grandes organizações na área de meio ambiente, como o Greenpeace, a ABD e o Instituto Akatu.

Marilena Lavorato – ‘BenchMais: a Sustentabilidade na prática”. A palestrante tem mais de 20 anos de experiência na condução de equipes multidisciplinares, parcerias estratégicas, e novos negócios de grandes empresas. Criou e desenvolveu diversas ações macroeducativas na temática ambiental para mercados público e privado. Diretora Executiva da MAIS PROJETOS Sócio-Ambiental.

Efraim Rodrigues – “A Biologia da Conservação”. O palestrante é doutor pela Universidade de Harvard, professor Associado de Recursos Naturais da Universidade Estadual de Londrina, consultor do programa FODEPAL da FAO-ONU, autor dos livros “Biologia da Conservação” e “Histórias Impublicáveis” sobre trabalhos acadêmicos e seus autores. Nos fins de semana ajuda escolas do Vale do Paraíba-SP, Brasília-DF, Curitiba e Londrina-PR a transformar lixo de cozinha em adubo orgânico e a coletar água da chuva

Ana Paula Grether – “O processo de construção da ISO 26000”. A palestrante é coordenadora do Relatório de Sustentabilidade da Petrobras e representante da Indústria na delegação brasileira na ISO 26000. Possui graduação em Economia pelo Instituto de Economia da UFRJ e mestrado em Inovação Tecnológica e Organização Industrial pelo Coordenação das Pós Graduações em Engenharia da UFRJ.

Rita Ippolito – “Elaboração e Gestão de Projetos Sustentáveis”. A palestrante é psico-pedagoga que saiu em 1987 de sua terra natal, a Itália, e mudou-se para a América Latina para trabalhar com projetos de cooperação internacional, seguindo o objetivo de promover o desenvolvimento harmonioso de crianças e adolescentes. Vários foram os trabalhos voltados para a inclusão de crianças e adolescentes em situação de rua. Rita foi também consultora da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.

Além disso, a IV Feira de RSE Bacia de Campos também apresentará um painel que está sendo organizado pelo Sistema Firjan apresentando “cases” empresariais bem sucedidos nas áreas de Responsabilidade Social e Sustentabilidade.

Fonte: Revista Visão Socioambiental - Martinho Santafé

quinta-feira, 17 de março de 2011

Rio prevê 75 mil novos empregos no setor de petróleo até 2016

A demanda por cursos ligados à exploração de petróleo também tem aumentado, de acordo com Segen Estefen, da Coppe-UFRJ

Um levantamento da Prefeitura do Rio estima que, até 2016, o setor de petróleo deve gerar 75 mil novos empregos na cidade.

“Hoje não está sendo necessário ir atrás das empresas. Elas estão buscando o Rio para se instalar”, afirma à BBC Brasil o secretário municipal de Desenvolvimento, Felipe Góes.

O diretor do Parque Tecnológico da UFRJ, Maurício Guedes, estima que 4 mil empregos serão gerados apenas no local até 2014, quando as novas instalações previstas no parque deverão estar prontas.

O parque foi criado em 2003, e a expectativa era de que as obras fossem concluídas até 2023, mas agora restam apenas três terrenos livres. O parque tecnológico está sendo construído dentro da área do campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na ilha do Fundão.

“Há dois anos estamos recebendo uma avalanche de empresas interessadas em se instalar aqui”, conta Guedes.

Uma delas é a British Gas, antecipa Felipe Góes. “Estamos finalizando as negociações e até meados de março devemos ter uma decisão da BG”, afirma.

Ambiente

A primeira multinacional a ter seu centro de pesquisa inaugurado no parque tecnológico foi a Schlumberger, em novembro.

“A localização de nossos centros de pesquisa prioriza a proximidade com nossos clientes e o meio acadêmico”, diz Attilio Pisoni, gerente do novo empreendimento.

“O parque tecnológico combina esses dois aspectos, criando um ambiente ideal para o estímulo à qualidade dos estudos científicos, com acesso a profissionais e ao meio acadêmico.”

Em novembro do ano passado, a Prefeitura comemorou a escolha do Rio para sediar o quinto centro de pesquisas mundial da GE, cortejado também por São José dos Campos, no interior de São Paulo.

A empresa vai investir US$ 150 milhões na construção do centro, que incluirá um núcleo de qualificação para funcionários e clientes.

Para Alexandre Alfredo, diretor de relações institucionais da GE, a proximidade da UFRJ ajudará a empresa a encontrar os funcionários de que precisa.

“Não queremos importar talento, queremos profissionais que entendam o país e as necessidades locais de nossos clientes”, diz.

A GE planeja contratar 200 pesquisadores e engenheiros para o centro, cuja construção deve começar até o fim do mês e levar de 12 a 18 meses.

Graduação

A demanda por cursos ligados à exploração de petróleo também tem aumentado, de acordo com Segen Estefen, diretor de Tecnologia e Inovação da Coppe-UFRJ.

“O vestibular para engenharia do petróleo tem demanda equivalente a medicina”, afirma Estefen. Áreas como engenharia mecânica, naval e oceânica também têm sido mais procuradas.

“O mercado está muito aquecido”, acrescenta o diretor da Coppe. “Um aluno que faz pesquisa em uma área especializada, como tecnologia submarina, sai com emprego imediato.”

Alexandre Alfredo diz que a GE está firmando parcerias com 20 universidades do Brasil para incentivar a formação e atrair profissionais.

Na semana passada, a Chevron Brasil Petróleo assinou um acordo com a PUC-Rio para investir R$ 2 milhões no curso de engenharia de petróleo nos próximos dois anos. Os recursos serão usados em equipamentos para laboratórios, bolsas de estudo para estudantes e um programa de tutoria para trabalhos de conclusão de curso.

Fonte: IG E BBC Brasil