domingo, 27 de abril de 2014

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Os benefícios mais desejados por profissionais de óleo e gás

Com tantos estrangeiros no setor, pacote de expatriação lidera lista de benefícios preferidos. Auxílio moradia e bônus também estão na mira dos profissionais


São Paulo – Mudar de país, ganhar mais, ter plano de saúde para a família, auxílio moradia, passagens aéreas para voltar para o local de origem uma vez ao ano, ter as despesas da escola dos filhos pagas pela empresa.
Ser expatriado (e ter todos esses benefícios no pacote) é o melhor dos mundos para boa parte dos profissionais que atuam na área de petróleo e gás, segundo pesquisa realizada pela Michael Page em sua base de dados. Ao menos 40% dos mil entrevistados ao redor do mundo citaram o pacote de expatriação como o ponto alto dos benefícios que uma empresa poderia oferecer.
“O grande ponto da expatriação é que o salário aumenta de 20% a 40% e os custos de vida caem muito”, explica Carlos Afonso, gerente da divisão de óleo e gás da Michael Page.
A expatriação, diz ele, é um movimento comum, quase natural, para quem trabalha nesta área e o Brasil está, definitivamente, na rota destes profissionais. “Há falta de mão-de-obra qualificada, então, a gente tem que buscar pessoas em países com uma indústria de petróleo mais madura”, afirma Afonso.
Com o aquecimento do mercado brasileiro, o movimento de expatriados por aqui ganha ainda mais fôlego, segundo o especialista. De 400 oportunidades abertas em dezembro do ano passado no site global da Michael Page, 103 já foram fechadas neste primeiro trimestre. Destas, 30% são para atuar no Brasil.
Mas não é só a falta de brasileiros qualificados que justifica a crescente chegada de estrangeiros. Há que se levar em conta também o fato de que grandes empresas estrangeiras trazem profissionais de confiança de suas matrizes ou de operações em outras regiões, segundo Afonso.
Apesar de ser o mais desejado, o pacote de expatriação também não é único benefício na mira dos profissionais que trabalham no setor. A pesquisa indica ainda que os bônus por desempenho profissional também fazem brilhar os olhos dos profissionais, na hora de aceitar uma proposta. Para 25% dos entrevistados, este é o benefício mais vantajoso.
Já a participação na empresa, por meio de cotas de ações, também aparece na pesquisa da Michael Page. Para 13%, o benefício está no topo da lista dos mais desejados.
Fonte: Exame.com

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Produção no pré-sal bate novo recorde e alcança 428 mil barris de petróleo por dia

A Petrobras informou, em nota, que a produção de petróleo nos campos operados pela Petrobras, na chamada Província Pré-Sal, nas Bacias de Santos e Campos, atingiu, no dia 15 de abril, o patamar de 428 mil barris de petróleo por dia (bpd), o que configura um novo recorde de produção diária.
O presente recorde de produção resultou do crescimento da produção da plataforma P-58, cuja operação foi iniciada em 17 de março de 2014 no complexo denominado Parque das Baleias, na porção capixaba da Bacia de Campos. A P-58 já produz cerca de 50 mil bpd, por meio de três poços, todos da camada pré-sal. A Petrobras detém 100% dos direitos na área.
O novo patamar de produção foi obtido por meio de 24 poços produtores, sendo 15 poços na Bacia de Campos e nove na Bacia de Santos. Esses poços produziram, respectivamente, 222 mil bpd e 206 mil bpd.
Até o final de 2014 entrarão em operação mais 15 poços produtores, sendo 11 na Bacia de Santos e quatro na Bacia de Campos.
Desse total, dois poços serão interligados ao FPSO Cidade de São Paulo, cinco ao FPSO Cidade de Paraty, um à plataforma P-48 e três à plataforma P-58. Todos esses sistemas de produção já estão instalados e em operação. Adicionalmente, dois novos poços serão interligados ao FPSO Cidade de Ilhabela e outros dois ao FPSO Cidade de Mangaratiba. Essas plataformas serão instaladas e entrarão em operação no segundo semestre deste ano.
Fonte: Petrobras

sábado, 8 de março de 2014

Petrobras registra recorde de produção de 40 mil barris por dia em Cascade e Chinook

Em 4 de março de 2014, a produção de petróleo de Cascade e Chinook, no Golfo do México, atingiu 40 mil barris por dia. Trata-se de um recorde de produção para os campos, que produzem através de três poços em Cascade e dois em Chinook. Esta marca decorre da entrada em produção de dois novos poços, Chinook-5 e Cascade-6, que agregaram 28 mil barris por dia à produção anterior de 12 mil barris por dia.
Os campos de Cascade e Chinook estão localizados a cerca de 260 km ao sul da costa da Louisiana nos EUA, a uma distância de 24 km um do outro, em local onde a profundidade de água é de 2.500 metros. Os poços têm média de profundidade de 8 mil metros e produzem para o navio-plataforma BW Pioneer, o primeiro FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo) aprovado para operar no setor americano do Golfo do México. O petróleo é transportado do FPSO para a terra por intermédio de navios aliviadores e entregue em refinarias e terminais ao longo da costa norte-americana.
A Petrobras é operadora dos dois campos e detém 100% de participação do campo de Cascade e 66.7% do campo de Chinook, em parceria com a empresa Total, que detém os demais 33.3%.

Fonte: Petrobras